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Belém está entre as tendências do turismo para 2022

O reconhecimento partiu do Ministério do Turismo

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Foto: Reprodução

Como um dos pilares da economia da capital paraense, o turismo sofreu um grande baque com a pandemia de Covid-19. Entretanto, com o avanço da vacinação, a diminuição de algumas restrições e as reformas de alguns pontos turísticos da capital, como o Ver-o-rio, o cenário começou a mudar para melhor.

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Em reconhecimento a esse avanço, o Ministério do Turismo reconheceu Belém como uma das grandes tendências do turismo em 2022. De acordo com o documento, um dos fatores considerados foi um retrato das projeções para a atividade no período pós-pandemia e que impulsionará a retomada das atividades turísticas ao longo de 2022.

“Foi uma grande conquista para Belém ter sido apontada como uma das principais tendências turísticas do Brasil em 2022. Estamos muito felizes em sermos escolhidos e sabemos que há muito trabalho a fazer. Vamos em frente em busca dos melhores resultados”, afirma o coordenador da Belemtur, André Cunha.

O CORREDOR GASTRONÔMICO

Um dos grandes projetos da prefeitura, é a criação do Corredor Gastrônomico, que tem um investimento estimado em torno de R$ 5 milhões. O projeto é do arquiteto Raul Ventura e pretende transformar a Avenida Boulevard Castilho França – próximo da praça Magalhães Barata, entre a Avenida Presidente Vargas e a Travessa Frutuoso Guimarães – em um grande espaço aberto de turismo, com valorização da gastronomia regional  e com espaços para convivência. “Trata-se de um grande espaço em que o comércio e a gastronomia popular – que vai desde a vendedora de tacacá, de tapioquinha, da maniçoba, até a vendedora de peixe frito – terão espaço para mostrar o seu trabalho, além também do envolvimento de grandes e médias empresas, que serão valorizadas”, explica o prefeito Edmilson Rodrigues. 

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Foto: Reprodução

Um dos objetivos do projeto é melhorar ainda mais o Turismo e movimentar a economia. “A prefeitura de Belém investe, valoriza e prioriza obras, serviços e produtos turísticos em várias áreas de Belém, desde a região continental até a insular. Os investimentos na área do turismo são muitos e todo esse conjunto faz ressaltar nossas potencialidades turísticas”, destaca André Cunha.

Para a empreendedora Vera Colibri, o espaço vai ser um gerador de rendas. “Criar um corredor gastronômico significa abrir um espaço que vai gerar renda para várias pessoas e valorização da cultura da nossa terra. Estaremos criando um espaço turístico, principalmente, articulado com empreendimentos artesanais comprometidos com o fomento da cultura e gastronomia da nossa gente”, acredita a Vera.

ECONOMIA SOLIDÁRIA

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Para a empreendedora Vera Goretti, a criação do corredor da gastronomia abre espaço para que outros projetos busquem sua própria valorização. É o caso da produção artesanal local, que pode ajudar a fomentar ainda mais a economia. “Criar um corredor gastronômico significa abrir um espaço que vai gerar renda para várias pessoas e valorização da cultura da nossa terra. Estaremos criando um espaço turístico, principalmente, articulado com empreendimentos artesanais comprometidos com o fomento da cultura e gastronomia da nossa gente”, acredita a empreendedora, que faz parte de uma rede de economia solidária na capital e atua em diversos coletivos de artesãos e de gastronomia na cidade.

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