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‘Égua do Kac3te’: Loja surpreende com venda de crepes em formato de pên!s em Belém

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O BT recebe diversas denúncias todos os dias, de casos que causam a nossa indignação da população. Aliás, denunciar casos que poucos veículos falam é uma de nossas marcas. Mas e quando o caso não se trata de uma denúncia de verdade e sim de pura indignação individual? Foi o que aconteceu desta vez.

Como todos os dias, fomos apurar o que nos enviam e encontramos esta: a reclamação de uma loja que estaria deixando alguém #xatiado. Nesse caso, a indignação era contra uma (ora ora, vejam só) doceria. Não por algum desrespeito por parte dos proprietários, ou por alguma ilegalidade, mas sim pela insatisfação, de uma pessoa que nunca fez um pedido, com o formato do produto.

O produto da loja online Égua do Kacete causou a revolta de uma pessoa que não gostou do formato do produto.

E respondemos aqui para a pessoa #xatiada: pode! Pode sim! Lojas com doces em formatos eróticos estão se popularizando cada vez mais no Brasil, um empreendimento que vem se expandindo. Algo bem humorado que tem o seu público.

Vimos a “denúncia” e fizemos o quê? Fomos averiguar (Lógico!), o novo empreendimento e AMAMOS a novidade!

A loja é real, é muito legal e inovadora em Belém, onde existem poucos locais com o mesmo tema e que já está deixando sua marquinha na região metropolitana.

A doceria online @eguadokacete vende crepes recheados. O produto tem 16 centímetros e é vendido tanto por unidade quanto por encomenda.

É um empreendimento novo, criada em março deste ano e funciona de forma caseira. O fundador é Luan Sena de 22 anos, com a ajuda de seu namorado João Guilherme 26 anos.

Luan e Guilherme empreendedores da loja “Égua do Kacate”. Imagem: arquivo pessoal

A loja é de Luan, mas seu namorado, João Guilherme, e os pais e João também ajudam o jovem empreendedor: “Sou eu, o meu namorado as vezes ajuda quando pode, porque ele trabalha, meu sogro me ajuda com as embalagens e minha sogra na cozinha”.

Luan contou ao BT que a ideia da criação veio depois de ver empreendimentos parecidos fazendo sucesso fora do estado: “A ideia veio em janeiro, depois de uma viagem pra fora do estado que eu fiz com o meu namorado, lá tinha uma loja dessa que vendia doces nesse formato, por incrível que pareça a gente gostou da ideia mas logo em seguida esquecemos porque já tínhamos uma loja de armações de óculos. Em uma tarde com ele pesquisando sobre máquinas, lembramos da tal loja de doces inusitados que tínhamos vistos, aí veio a ideia, porque não trazer/fazer uma loja assim também aqui no nosso estado? Logo em seguida fomos atrás da máquina e compramos.”

Segundo o Jovem, casos de hate (como o da “denúncia”) existem, mas que existem muito mais mensagens de interesse e riso do que ataques: “Em relação a hate, creio que em todo ramo, em tudo que a gente faça não vamos agradamos a todos, tivemos alguns comentários indesejados logo quando começamos, fiquei muito preocupado em relação, mas a aceitação, a brincadeira, a gargalhada de quem tá gostando me ajuda a esquecer desses comentários.” Disse o jovem empreendedor.

O local de produção fica em Ananindeua, no bairro do Coqueiro, mas as entregas também são feitas em Belém. Luan contou que público é majoritariamente feminino, e que mesmo iniciante, vem crescendo bastante.

E vem mais formatos por aí, meu povo! Luan contou que os pedidos aumentaram muito: “Por quanto só temos no formato de Kacete, mas vamos trazer no outro formato também rs, estão pedindo muito! Nossa loja é totalmente online, trabalhamos pelo ifood. Trabalhamos também com encomendas a partir de cinco kacetes, e tem aquele descontinho maravilhoso!”

O empreendedorismo paraense merece nossa atenção e admiração e não criticas infundadas. Curtiu? Segue lá!

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