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Em vídeo, profissionais de saúde afirmam que PSM do Guamá está com falta de medicamentos; prefeitura nega

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Um vídeo publicado nas redes sociais mostra supostos profissionais de saúde do Hospital de Pronto-Socorro Municipal Humberto Maradei, no bairro Guamá, direcionando pacientes que aguardavam atendimento a buscarem outras unidades de saúde. Eles afirmam que o hospital não dispõe de medicações analgésicas.

“Tem muitas medicações que a gente não tem; dipirona, remédio para dor, a gente está sem estoque aqui”, diz uma das pessoas que trabalharia no hospital.

Os supostos funcionários dizem ainda que a unidade de saúde está superlotada e por isso a espera por atendimento é grande. “Por isso que a gente prefere que vocês procurem outro serviços de forma mais rápida para que não fiquem esperando tanto tempo para depois não ter medicação”, argumenta uma das supostas profissionais de saúde. 

A mulher atribui ainda ao diretor do hospital, a medida que prioriza o atendimento a pacientes internados e em estado grave. 

“Foi uma medida instituída pelo diretor do hospital desde o dia 3. Nós estamos atendendo, mas estamos em superlotação de pacientes internados. Como tem poucas medicações, são priorizados os pacientes que são triados com o amarelo, laranja e vermelho. Então, caso demore, caso não tenha medicação a gente já está explicado desde então qual é a real situação porque a gente não quer deixar vocês aqui esperando e se entrar a gente não puder oferecer algo que não está em nossas mãos”, finalizou a mulher.

Funcionários do PSM do Guamá dizem que medicações estão em falta na unidade. Vídeo: Reprodução

RESPOSTA

A Secretaria de Saúde de Belém (Sesma) nega que os medicamentos essenciais estejam em falta no PSM Humberto Maradei. Segundo a Sesma, a população segue sendo atendida, mesmo diante do atual quadro de superlotação, que, eventualmente, ocasiona espera.

Ainda de acordo com a nota: “Por ser uma unidade de portas abertas, o Pronto-Socorro do Guamá recebe alta demanda, que muitas vezes supera sua capacidade de atendimento, mas ainda assim, os usuários são recebidos e recebem o atendimento médico. A prioridade para atendimento de casos mais graves é uma norma hospitalar e, mesmo diante desse quadro, os pacientes apenas são informados de demora, mas todos recebem assistência. A Sesma informa ainda que segue na busca de soluções para oferecer a melhor assistência em saúde no Sistema de Urgência e Emergência da capital”.

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