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‘Gosto ruim na boca’, relatou paciente de anestesista preso por estupro

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Na noite deste domingo, 17, o Fantástico revelou detalhes dos depoimentos de uma das possíveis vítimas do médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, preso em flagrante por estupro de uma paciente durante uma cesárea. Além dela, o marido e a mãe da paciente também falaram com a polícia.

A delegada responsável pelo caso, Bárbara Lomba, afirmou que o anestesista se aproveitava da vulnerabilidade da vítima. “O agente se aproveita da vulnerabilidade da vítima. Esse estado de vulnerabilidade da vítima, nesse caso, é a sedação. Ela estava desacordada”, disse. Lomba já havia dito que Giovanni se trata de um “criminoso em série” e que não apresentava preocupação de ser pego pelos crimes.

Segundo o marido de uma das possíveis vítimas, em entrevista ao Fantástico, foi o anestesista quem solicitou que ele se retirasse da sala de parto. “Pediu para ‘mim’ se retirar, porque ali, daquele momento ali, ia ser com a equipe médica. Aí naquele momento, eu me retirei junto com o técnico que saiu com meu filho. E dali eu não tive mais acesso à ela”, contou.

Segundo a paciente, que estava em sua terceira cesariana, essa foi a primeira vez que apagou durante o parto. “Eu já não estava conseguindo falar mais, porque assim que ele saiu, eu já fui ficando mais mole, mais sedada. Aí ele falou que ia me dar uma anestesia geral. Tomei e não consegui mais lembrar de nada. Apaguei”, disse. A mulher afirmou, ainda, ter dúvidas sobre o que aconteceu na sala de parto. “Eu tenho dúvidas e isso me incomoda bastante”.

Outra mulher, também possível vítima de Giovanni, contou à mãe, após a cesárea, que estava “sentindo um gosto ruim na boca”. A mãe relatou ao marido da paciente o que a filha havia dito. O homem só conseguiu ver a esposa seis horas após o início da cirurgia.

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