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Israel ataca Faixa de Gaza e deixa 15 mortos

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Israel voltou a atacar bases do grupo Jihad Islâmica na Faixa de Gaza. Segundo os militares, foram atingidas “seis bases” do grupo e “um certo número de operadores da organização foram neutralizados nos ataques”.

O governo de Israel afirmou que está fazendo uma operação contra “diversos objetivos” na Faixa de Gaza. Até o momento, os militares informaram que a operação se chama “Break Dawn” e que um alerta especial também foi feito para o interior do país.

Fontes do governo palestino informam que a aviação israelense atingiu um prédio comercial de 10 andares em Bourj Falastin, no centro da cidade. Além disso, também teriam atingido um objetivo em Khan Yunes, ao sul do território, e um posto da ala militar do grupo Jihad Islâmica em Beit Kahya, ao norte.

Teria um escritório do grupo no prédio Bourj Falastin e no momento do ataque diversos militares estavam no local. Um dos líderes do Jihad Islâmica, Tayseer al Jabari, também conhecido como Abu Mahmud, morreu no bombardeio de Israel na Faixa de Gaza, anunciou a organização palestina em comunicado.
De acordo com o Exército, os mortos estariam preparando ataques a alvos israelenses, usando mísseis antitanque e rifles de precisão. Para impedi-los, aviões israelenses atacaram bases militares e outros edifícios usados ​​pela Jihad Islâmica, disseram os militares do país.

Trata-se de um ataque preventivo no qual estimamos que cerca de 15 pessoas foram mortas — disse o porta-voz do Exército, Richard Hecht, mais cedo. — A operação ainda não acabou.

Em Gaza, o Ministério da Saúde declarou estado de emergência em toda a Faixa.

A Jihad Islâmica afirmou que os israelense iniciaram uma “guerra”. “O inimigo começou uma guerra contra o nosso povo e nós todos precisaremos nos defender. Não permitiremos que o inimigo continue com suas sistemáticas tentativas de atingir a resistência armada”, ressaltou.

Na tentativa de evitar uma escalada violenta novamente entre os dois lados, o Egito já está tentando mediar a crise e está em contato tanto com o governo de Israel como com os líderes da Jihad Islâmica.

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