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Mulher é picada por escorpião e vai parar na UTI; ela denuncia que o animal estava em verdura de supermercado

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Nesta semana recebemos uma denúncia de que no último sábado, 9, uma idosa de 73 anos teria comprado algumas verduras em um supermercado no bairro da Cremação, em Belém, entre eles estaria um espinafre, que ela deixou na geladeira até a segunda-feira, 11, dia em que teria sido picada por um escorpião ao lavar as folhagens.

Vale lembrar que um escorpião pode sobreviver até 48h submerso debaixo d’água e se nutre pela umidade dos alimentos.

Nossa fonte enviou fotos do escorpião que teria picado a vítima. Foto: Reprodução

Após o ocorrido, a vítima teria sido encaminhada para um hospital particular de Belém, às 11:32 de segunda-feira (11). Não sabendo ainda o que havia acontecido, ela foi medicada e colocada em observação e logo depois recebeu alta.

Por ser cardiopata, hipertensa e diabética, a vítima continuou sentindo dores no peito e na cabeça ao longo da semana e foi para outro hospital e, após ter recebido alta novamente, evoluiu para um quadro grave e, atualmente, se encontra internada em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) em um hospital especializado em cardiopatia, em Belém.

A família da vítima teria descoberto o escorpião apenas quando uma parente voltou à casa e encontrou o escorpião na pia da cozinha em meio às verduras.

No hospital, o exame constatou edema e eritemia. Foto: Reprodução

Ainda segundo relato da denunciante, o Centro de Informações Toxicológicas (CIATOX) informou à família que o veneno do escorpião afeta o coração de cardiopatas, o que torna o caso ainda mais delicado. A família então teria aberto uma reclamação no supermercado no último domingo, 17, e segundo a denúncia, a parente que fez a reclamação chegou a conversar com o subgerente do supermercado, que teria falado sobre a possibilidade de o estabelecimento arcar com os custos dos medicamentos. Ouça o áudio da descrição deste momento.

Distorcemos a voz para preservar a identidade da nossa fonte.

Perguntamos à denunciante se o supermercado já havia respondido formalmente sobre assumir a responsabilidade do fato e se houve a compra dos medicamentos que foi conversada previamente. Ao BT, nossa fonte respondeu que até o final desta terça-feira, 19, não obtiveram qualquer retorno do supermercado.

O BT entrou em contato com o local mas até o fechamento desta matéria não teve retorno.

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