Foto: Reprodução
////

Poplist | Mariana Brandão faz versão de “Triste, Louca ou Má”, da banda Francisco, el Hombre

Começar

O “Minha Versão Poplist” desta semana traz a cantora paraense Mariana Brandão cantando sua versão da belíssima “Triste, Louca ou Má”, canção da banda Francisco, el Hombre.

Mariana Brandão. Foto: Reprodução.

A música é uma composição de Ju Strassacapa, vocalista da banda, e fala sobre a inquietação frente aos enquadramentos sociais aos quais as mulheres são submetidas e classificadas quando fogem do padrão estabelecido pela sociedade.

Clipe de “Triste, Louca ou Má”.

A música, já conhecida, ganhou ainda mais força nas redes sociais em 2021, ao ser cantada por Juliette, campeã daquela edição, dentro da casa do Big Brother Brasil. 

Juliette cantando “Triste, Louca ou Má” no BBB 21.

O BT conversou com a cantora Mariana Brandão e perguntou o porquê da escolha pela canção. “Essa música foi apresentada à mim, através do violonista que me acompanha, Wendel Raiol. Nós iríamos fazer uma live musical, no período da pandemia, em 2020. Essa live era pra angariar fundos pro enxoval do meu segundo filho, o Bento. Pois, afinal, eu estava impossibilitada de trabalhar tanto pela gestação quanto pela pandemia. Foi uma gestação difícil, tive uma série de complicações, e a maior dela era de âmbito emocional. Essa música representa um grito de libertação pra mim. Essa letra me fez enxergar que eu posso e consigo executar as coisas sozinha. Ela me deu muita força pra continuar”, afirmou a cantora.

Sobre a letra da música, Mariana afirmou que é algo que, para ela, representa força. “Acredito que o fato de ler uma letra que me tocava tanto, pude perceber que não era só eu a passar por aquilo. Por querer quebrar paradigmas. Essa letra fez com que eu exaltasse ainda mais a minha ancestralidade feminina. Vi muita força naquelas que me criaram, e nas histórias que eu ouvia das que eu não pude conhecer. Enfim, é uma música que representa força! E se tem algo que representa o feminino, ao meu ver, é a força, a capacidade de se reajustar, se reinventar, como fênix. Era assim que eu estava me sentindo naquele momento; revivendo das cinzas”, disse. E finalizou, “Podemos ser o que quisermos, e tá tudo bem”.

Veja a versão de Mariana Brandão de “Triste, Louca ou Má”:

Deixe sua resposta

Your email address will not be published.

Fechar AD