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Tu dizes? Damares comenta sobre a possibilidade de ser candidata ao Senado pelo Pará

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Damares Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos postou em suas redes sociais no último domingo, 6, um vídeo no qual fala sobre a possibilidade de ser candidata ao senado pelo estado do Pará.

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Em setembro do ano passado, foi aprovado na Assembleia Legislativa do Estado do Pará – Alepa a proposta de conceder à ministra o título de “Cidadã do Pará”. O projeto foi aprovado por 21 votos a 4. Dos 26 presentes na votação, apenas um parlamentar se absteve.

O “convite” para Damares disputar o senado pelo estado do Pará, foi feito em um congresso de conservadores feito em Belém na ultima semana. A coordenadora do evento, Nana Magalhães, convidou Damares para concorrer ” representando os paraenses”.

“Bem, na verdade há mais de um ano que o povo querido do Pará fala sobre isso. Já até ganhei inimigos por lá… Risos”, escreveu Damares. “Pense eu dançar carimbó todos os dias, comer açaí, pupunha, castanha? Pense acordar todas as manhãs ao lado dos paraenses que amo tanto e aprender todos os dias com essa gente querida, aguerrida e trabalhadora! Eita convite tentador!”, Escreve Damares na postagem.

Ela também diz que recebeu convites para concorrer no senado pelos estados de São Paulo, Sergipe, Amapá e Roraima.

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Uma publicação compartilhada por Damares Alves (@damaresalvesoficial1)

Entre as polêmicas que envolvem a ministra, está a declaração de que  “especialistas” relataram ao gabinete do ministério que as meninas da ilha do Marajó, no Pará, são estupradas porque não usam calcinha. Damares propôs a instalação de uma fábrica de calcinhas no local.

“Por que os pais exploram? É por causa da fome? Vamos levar empreendimentos para a ilha do Marajó, vamos atender as necessidades daquele povo. Uns especialistas chegaram a falar para nós aqui no gabinete que as meninas lá são exploradas porque não têm calcinha. Não usam calcinha, são muito pobres. E perguntaram ‘por que o ministério não faz uma campanha para levar calcinhas para lá?’. Nós conseguimos um monte. Mas por que levar calcinha? Essa calcinha vai acabar. Nós temos que levar uma fábrica de calcinhas para a ilha do Marajó, gerar emprego lá, e as calcinhas saírem baratinhas para as meninas”, disse a ministra em coletiva.

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O congresso conservador teve entre seus palestrantes convidados, o blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, considerado foragido pela Justiça. Ele participaria via videoconferência. De acordo com as investigações da PF, o blogueiro é suspeito de “atacar integrantes de instituições públicas, desacreditar o processo eleitoral brasileiro, reforçar o discurso de polarização; gerar animosidade dentro da própria sociedade brasileira, promovendo o descrédito dos poderes da República, além de outros crimes”. 

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